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Museu Mais Doce do Mundo: vale a pena visitar?

31/07/2019

por: Fran Micheli
Museu Mais Doce do Mundo: vale a pena visitar?
Piscina de Marshmallows é atração disputada no Museu | Foto: Bia Amorim

Em junho, o Museu Mais Doce do Mundo chegou ao Brasil com um imenso alvoroço. O motivo: além de fazer uma homenagem às mais doces memórias da nossa infância, o espaço tinha o apelo de ser totalmente “instagramável”. Quer dizer, muita gente foi até lá mais para fazer aquelas fotos perfeitas para as redes sociais. 

A vinda do MMDDM ao Brasiil foi possível graças à curadora portuguesa Carla Santos e aconteceu depois de uma temporada em Lisboa, onde foi batizado como The Sweet Art Museum. Foram três meses de visitas esgotadas e, por aqui, não foi diferente. Filas diárias e lotação especial no período das férias.  

Tudo doce, cor-de-rosa e muito instagramável | Foto: Fran Micheli

O que tem de legal?

O museu é todo montado para oferecer estímulos sensoriais. É impossível não sorrir ao ver os donuts gigantes que convidam para uma foto com a cabeça no buraco do meio. Também, ninguém fica imune ao cheiro doce que emana constantemente do próprio ar condicionado central.

Logo na entrada, espaços de marcas parceiras também disputam a atenção dos instagramers.

Filas diárias e ingressos a R$30 e R$60 | Foto: Fran Micheli

A primeira atração do Museu, e mais disputada, é, sem dúvidas, a piscina de marshmallow. Com tempo cronometrado de 10 minutos, os visitantes podem se jogar em uma piscina de espumas que imitam marshmallow enquanto escolhem o melhor ângulo para a selfie. Na saída, amostras grátis de doces industrializados.

O assessor, que gentilmente nos acompanhou na visita, explica que a ideia não é promover a comilança, ou ainda ser um espaço de experiências gastronômicas. O objetivo é remeter à infância, ao colorido e à felicidade que os doces trazem às nossas lembranças.

Também existe um cubo pequenininho cheio de espelhos em formato da palavra “sweet”, um dos espaços mais disputados para as selfies. Outro espaço é o criado pela Bauducco especialmente para os “biscoiteiros” – termo usado para os usuários do Instagram que vivem chamando a atenção em troca de likes.

Espaços são disputados para selfies | Foto: Bia Amorim

Outra sala, com brigadeiros de Leite Moça sendo distribuídos, oferece um Gerador de Van de Graaff, aquela famosa experiência em que o visitante põe as mãos sobre um globo e a energia estática arrepia seus cabelos. A foto com os cabelos bagunçados também é disputada.

Ao todo, são os 15 ambientes-instalações em uma casa de dois andares no Jardim América, repleta de doces em grande escala, cheiros e texturas.

Espaço dedicado aos loucos por brigadeiros | Foto: Fran Micheli

Quanto custa e como compra?

O valor do ingresso inteiro é R$60, meia, R$30. A meia entrada é válida para estudantes, idosos, pessoas com deficiência, profissionais das escolas públicas estaduais e municipais de SP, jovens de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O visitante compra o ingresso com a hora marcada e o passeio acontece em grupos de até 20 pessoas. A venda ocorre antecipadamente pelo site Eventim, mas também pode ser realizada na bilheteria do local.

A cada ingresso vendido, segundo a organização, são doados R$ 0,50 para a instituição Renovatio, que entrega óculos de grau para crianças carentes e exames de vista.

Encontramos com a chef  confeiteira Thaís Reis, do Pará, e foi uma festa! 

Vale a visita ao Museu Mais Doce do Mundo?

Sim:

- Se você tem crianças e quer um passeio diferente

- Se você é heavy user de Instagram

- Se você gosta de doces

- Se você é interessado em mostras temáticas

Não:

- Se você é intolerante a cheiros fortes e doces. Pode se sentir mal pela intensidade em todos os ambientes

- Se você é impaciente com filas, crianças e gente fazendo selfies e stories por todo lado

E vai dizer que não é? | Foto: Bia Amorim

Confira a nossa GALERIA DE FOTOS COMPLETA da visita da Farofa ao Museu Mais Doce do Mundo.

Serviço:

O MUSEU MAIS DOCE DO MUNDO

Onde: Rua Colômbia, 157 – Jardim América – São Paulo / SP

Quando: das 11h às 21h, de terça a domingo. Até 18 de agosto.

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