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Os melhores textos do Tonon, jornalismo gastronômico na web

11/05/2019

por: Bia Amorim
Os melhores textos do Tonon, jornalismo gastronômico na web

Ursula Spalding via Unsplash

Eu sou uma consumidora de conteúdos relacionados ao tema gastronomia. Trabalho na área faz tempo e preciso estar sempre atenta as mudanças do mercado e tendências mundiais. No Brasil, o jornalismo gastronômico tem suas idas e vindas e muita gente boa já passou pela fase de escrever líquidos, crocantes, econômicos e afins.

Mas vai ano vem ano, eu estou sempre seguindo o jornalista Rafael Tonon. Nem me lembro bem de onde eu li o primeiro texto dele. Pode ter sido em uma revista Vida Simples, Super Interessante, Paladar (Estadão) ou Galileu. Onde tem um bom texto de gastronomia, comportamento e sabores, pode ter um texto dele. Mas foi em seu extinto blog “What the fork” que eu pude acompanhar suas visões mais próximas do mundo do comer e do beber. Além de ler, é possível ver uma das muitas palestras sobre o tema, assim como aulas para diversos tipos de interessados nesse mercado.

Revista mexicana sobre cultura gastronômica, Gastronomo.

Ano passado Tonon esteve no México para editar a revista Gastronomo, um projeto do Diego Ruzzarin, com equipe do Foodlosofia em Monterrey. Foi também em 2018 que junto com um importante grupo, escreveu um guia em Portugal.

11 dias, 43 cidades, 51 estabelecimentos (entre restaurantes, bares e muuuitas pastelarias), 2.650 km rodados... (Rafael Tonon, Nani Rodrigues e Priscila Sabará!) #proveportugal

Seguindo não apenas seus textos, mas também textos que compartilha, meu mundo profissional e o das minhas papilas se abriram. É importante termos referência em nossos trabalhos e pesquisas. Quem convive em qualquer parte do grande universo da gastronomia, deve saber mais sobre comportamentos no mundo, novas opções mais sustentáveis, técnicas mais inteligentes, ferramentas mais hábeis e ingredientes mais interessantes. Não podemos estar em todos os lugares, provando e vendo tudo, então pincelamos uma parte em leituras que nos levam a entender os movimentos e nos deixa mais aptos a ter sucesso, encontrando aquilo que realmente gostamos.

Andrew Neel, via Unsplash

Falar de tendências é estar uma lambida à frente nesse setor. E hoje, como ele mesmo comenta, nunca se falou tanto em comida. As grandes audiências têm essa demanda e cada vez mais acesso da população com TV, streaming e internet. O jornalista foi convidado, em 2017, a promover uma palestra no evento Sirha que aconteceu em São Paulo. O tema foi “Papo de cozinha: Tendências de consumo na cadeia de alimentos e bebidas”. (AQUI). Este é um evento que acontece anualmente e oficialmente em Lyon na França, capital mundial da gastronomia e lança moda para muito do que um dia acontece nas cozinhas mais simples por aí.

Outra discussão importante é a gastronomia com influência no turismo, como objeto de lazer e com cada vez mais possibilidades de encontrar sabores que antes eram inalcançáveis, tudo isso em casa, em um clique, um faça você mesmo. O mundo gira em torno de se alimentar e muita discussão em cima disso deve ser trazida à mesa. 

Começo uma sequência de sugestão de links de textos mais recentes ou mais antigos, serão dezenas de AQUI, escrito assim e clicando te leva até a matéria. Vai e volta depois para pegar mais um punhado de leituras. Será uma linha do tempo desconexa, mas cheia de informações da gastronomia, em diferentes ambientes. Se você não lê em inglês, o Google Tradutor pode ajudar (AQUI). Vale esse esforço da sua parte e não tem mais desculpas para isso.

Comece, quem sabe, no site VICE, você pode ler sobre insetos crocantes e pães super proteicos (AQUI) ou preparações dos pés à cabeça, como sinal de respeito aos animais que comemos e nossas escolhas alimentares (AQUI).

É sobre chefs famosos e seus projetos que você quer saber? No EATER você lê sobre Massimo Botura no Rio (AQUI) ou Alex Atala com o seminário FRUTO (AQUI). Se quiser descobrir ótimos restaurantes, os cariocas estão com uma lista grande. Alguém tinha que contar para os “gringos” que temos bons lugares para comer quando vierem ao Rio de Janeiro, neste link tem 38 dicas (AQUI) (olha o turismo gastronômico aí). Falando em sugestão, no site 50 BESTS, tem uma ótima entrevista com o Andoni Mugariz , um ícone da cozinha Basca (AQUI). No site FINE DINING LOVERS, Tonon faz um tour carioca com o chef celebridade Felipe Bronze (AQUI), conversa com o excelente fotógrafo Sergio Coimbra (AQUI), fala sobre tecnologia dentro dos restaurantes (AQUI) e entrevista Ferran Adriá, um dos maiores influenciadores da gastronomia atual, que fala sobre o futuro da gastronomia ser a qualidade em si (AQUI e AQUI) ). Ou pode ler apenas com um texto leve como o Índice pão na chapa (AQUI) no Huff Post.

Para aquelas pessoas que ainda mantém viva a nostalgia dos bons restaurantes paulistanos que movimentaram e foram tendências em algum momento, Rafael lançou junto com a chef Janaina Rueda, um livro com as memórias da gastronomia paulista, 50 restaurantes com mais de 50 (AQUI). Falando em livro, a parceria com os Ruedas funciona tanto que está para lançar o livro do Porco (notícia dAQUI).

Novo livro em andamento. Foto (arquivo pessoal Rafael)

No SPRUDGE, o talento do jornalista que gosta de tomar bons cafés e tem memória afetiva com o tema, se dá em dois textos, roda emocional do café (AQUI) e cafés no México (AQUI). E como não podia deixar de ser, um dia tomei coragem e mandei um e-mail para ele, foi o convite para quem sabe escrever na Farofa Magazine, e cá estamos. Temos dois artigos que foram encomendados com inspiração nas capas das edições impressas, Comida de Vó (pensando na nossa relação afetiva com a comida), na Farofa #01 (AQUI) e o divertido “Vou comer seu fígado” (com a capa de Chato para comer), na Farofa #02 (AQUI). Na segunda edição, temos uma matéria sobre os cafés na região da Alta Mogiana, uma montanha russa de acontecimentos e ondas (AQUI)

Ilustração personalizada do Daniel Kondo 

Conhecer mais o Rafael Tonon, ler seus textos e entender sua perspectiva é muito interessante no sentido de aprender sobre como outras culturas comem, se alimentam e mantém um relacionamento com as diferentes fases que se constroem ao se alimentar. Pelo olhar do jornalista somos também "gourmands das antigas". Ele é um pesquisador que compartilha suas descobertas, como diria "você tem a faca e o garfo na mão."

Outros links HUFF POSTDESTEMPERADOSMEDIUM WHAT THE FORKPROJETO DRAFTPIAUÍCARBONO UOMO.

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